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A influência da genética na calvície e as opções de tratamento

A calvície tem forte componente genético que afeta a sensibilidade dos folículos capilares. Entenda os mecanismos e as alternativas terapêuticas disponíveis.

Ilustração artística e conceitual de um folículo capilar integrado a uma hélice de DNA brilhante, com ícones flutuantes representando tratamentos para calvície e alopecia androgenética, como laserterapia e fórmulas capilares, em um fundo azul profundo.

A alopecia androgenética é a forma mais comum de calvície e está diretamente relacionada à predisposição genética. Genes herdados influenciam a sensibilidade dos folículos capilares aos andrógenos, especialmente à di-hidrotestosterona (DHT), que encurta a fase anágena do ciclo capilar, levando ao afinamento progressivo dos fios.

O diagnóstico baseia-se na história clínica, exame físico e, quando necessário, exames complementares como tricoscopia. O tratamento visa reduzir a ação dos andrógenos e estimular o crescimento capilar. As principais opções são: finasterida oral, que bloqueia a conversão de testosterona em DHT, minoxidil tópico, que prolonga a fase anágena e melhora a vascularização, terapias adjuvantes como laser de baixa intensidade e procedimentos como transplante capilar.

A resposta ao tratamento varia conforme a extensão da perda e o tempo de evolução. A intervenção precoce é fundamental para preservar a densidade capilar. Além disso, fatores como estresse, nutrição e cuidados com o couro cabeludo influenciam o resultado terapêutico e devem ser considerados no manejo clínico.


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Dra. Ana Damiani

Tricologista

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